CULTURA SUSTENTÁVEL

A esperança é um estado incondicional

A esperança é um estado incondicional
    São muitas as vezes em que nossos sonhos individuais ou coletivos foram esmagados pela realidade. Nesses momentos, a chama da esperança tende a diminuir, até quase se apagar. Qual é o limite da esperança? O quanto suportamos cultiva-la, diante das adversidades? Para sustentar a esperança, é preciso diferenciá-la de expectativa. A expectativa de que nosso candidato ganhe as eleições, quando não cumprida, gera frustração que, por sua vez, pode levar à raiva destrutiva – que, então, pode se expressar de forma ativa (vingança, retaliação) ou passiva (desistência, apatia)...
LEIA MAIS

What I learned from taking a Cultural Sustainability Intro Class – and how that changed me

What I learned from taking a Cultural Sustainability Intro Class – and how that changed me
Since the beginning of my work career, nearly 20 years ago, I never thought of myself as an academic researcher. I started as a reporter, moved to be a social educator, then a social entrepreneur and finally understood I had a personal purpose, related to the development of sustainable leaders and cultures, and that I could express this purpose in many ways. Ways that included many of the previous things I had done, plus some new ones, like coaching and consulting, and even informal – but never academical – research. However, after many years working focused on my purpose, I felt the ur...
LEIA MAIS

Estruturas de Poder – Desqualificação do outro (primeira parte)

Desenvolvemos, como humanos, uma estratégia básica para lidar com nossa vulnerabilidade: acumular poder. Mesmo que não aplaque plenamente nossa angústia, sentirmo-nos poderosos perante o outro nos traz uma (frágil) sensação de segurança. Com o tempo, criamos diversas variáveis dessa estratégia, que fazem parte de nosso cotidiano sem que percebamos. É sobre elas que discorre a série de textos que inicio agora.   Uma maneira simples de acumular poder é desqualificar o outro. Quem é desqualificado perde força, e quem desqualifica ganha. Algumas maneiras comuns:   Banalizar...
LEIA MAIS

Sobre meu (nosso) privilégio como branco

Sobre meu (nosso) privilégio como branco
Esse texto é uma reflexão minha (Gustavo Prudente), que busca convidar outros brancos para refletirmos juntos. Está dividido em 04 partes e está sendo publicado, de início, inteiro, e, em seguida, cada uma das quatro partes, com link direcionando para o texto inteiro. Agradeço às provocações e à revisão da amiga Caroline Hornos, e à leitura crítica de quatro queridos amigos que estão “do outro lado” deste privilégio: Daniela Damiati, Dimas Reis, Josane Miranda e Supriya Ramos.                    O despertar (parte 1 de 04)   No último ano, devido a uma série de sin...
LEIA MAIS

Minha vida não é um sistema a ser replicado. Minha vida é uma obra de arte singular, e cada pincelada que dou na tela do tempo é única, e jamais poderá ser reproduzida.   Minha vida não é um método que, de vez em quando, dá-me a graça do fenômeno. Minha vida é um constante fenômeno que revela, a cada momento, diferentes brincadeiras – e, de vez em quando, o método é uma forma estruturada e interessante de brincar.   Minha vida não é um exemplo a ser seguido. Minha vida é um acontecimento que inspira, de diferentes maneiras, outros acontecimentos e outras vidas – e é inspi...
LEIA MAIS

Escuta os gritos de Paris. Os gritos de quem agoniza no chão. Escuta os tiros como gritos de quem atira - e os escuta também. Escuta o grito aterrorizado de um mundo que anseia por se sentir seguro. Escuta os gritos do outro mundo, que comemora o sangue, e que grita por algo também. Escuta os gritos que não se ouvem, das vítimas e algozes em lugares que não se vê. Sem a mídia como megafone, eles gritam baixo - mas, ainda assim, gritam também. Escuta os gritos Marianos, Diamantinos, de rios, peixes e pessoas, e tantos outros seres. Gritos que ficam invisíveis ...
LEIA MAIS

Celebrando o meu maior presente de aniversário!

Celebrando o meu maior presente de aniversário!
Daqui a pouco, em 27 de outubro, eu completo 34 anos. Um aniversário especial, pois comemora duas grandes viradas de vida. Uma aconteceu neste ano: minha mudança com minha esposa, Rafaela, para Santo Antônio do Pinhal - ainda que continuemos a passar em média 3 dias por semana em São Paulo. A outra aconteceu há exatamente 10 anos, quando, próximo do meu aniversário de 24 anos, fui iniciado em meditação por um monge de Ananda Marga (Caminho da Bem-Aventurança), uma linha do Tantra Yoga que não foca no sexo como prática espiritual, e sim na expansão da consciência por meio do amor devocional...
LEIA MAIS

Saudade vale a pena!

Saudade vale a pena!
fotos: Germana Lucena - Sadvipra Leadership Training - maio/2015 - Piracaia-SP - Brasil Há alguns dias terminou a imersão Sadvipra Leadership Training, que tenho a honra de co-anfitriar com meu querido mentor Peter Sage. Depois que todos foram embora da Pousada Figueira Grande, em Piracaia, interior de São Paulo, eu e minha mãe (que veio fazer o curso pela segunda vez) ficamos, com a intenção de voltar para a capital no dia seguinte.   À noite, após o jantar, vendo o céu estrelado, a lua crescente, a bela vista para os morros, a mata e represa, e o jardim que, algumas horas antes...
LEIA MAIS

Velar o Fogo do Masculino Sagrado

Velar o Fogo do Masculino Sagrado
Em 2014, um grupo de amigos próximos e eu resolvemos iniciar um Círculo de Homens. Depois de várias tentativas de marcar um primeiro encontro, enfim achamos uma data, e acabei não indo no tal encontro, pois nesse mesmo dia fui jantar com uma pessoa que considero um grande mentor para mim. Considerei que aquele havia sido meu Círculo. Durante o ano, chegamos a ter, talvez, cinco encontros, que foram muito nutridores para muitos de nós, e também geraram incômodos. Um deles dizia respeito à nossa inexperiência em equilibrar o “papo sério” – de nossas feridas, do sagrado etc – e o papo “engraça...
LEIA MAIS

A força do coração

A força do coração
foto tirada em Davao, Flipinas, jurante a jornada   Enquanto volto para o Brasil, após 35 dias fora e de tantos acontecimentos internos e externos que mexeram comigo, relembro as reflexões que compartilhei logo que parti. Naquele momento, a pergunta que emergiu em mim dizia respeito a como criar estruturas mais fortes e poderosas para permitir que a consciência se expressasse de forma mais vigorosa e generosa em mim. E percebo que estou retornando não com uma resposta final, mas com uma vasta colheita de percepções que sinto vontade de compartilhar. Algumas colheitas já estão em mim...
LEIA MAIS