Liderança

Criatividade tem limites!

Criatividade tem limites!
  Como coach de relacionamentos de casal e alguém que reflete constantemente sobre o machismo estrutural em mim, percebi um desafio nas interações de casais heterossexuais. E me dei conta de que esse desafio inspira reflexões sobre muitos outros processos em que duas culturas conflitam (ou seja, além da cultura do homem e da mulher, outras culturas como do hétero e do LGBT+, do branco e do negro, e assim por diante). Em resumo, a pessoa em lugar de privilégio tende a perpetuar sua opressão porque sua criatividade não tem limites. Como assim? Criatividade deveria ter limites? ...
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Inscrições abertas para turma 2019: Artha – formação para liderança e cultura sustentável

Inscrições abertas para turma 2019: Artha – formação para liderança e cultura sustentável
Estamos num período em que a existência e resistência de muitos valores humanos e sociais estão em xeque. Cada um de nós está buscando e achando espaços que fortaleçam a nós e o nosso serviço para o mundo. A formação que oferto há alguns anos, e que agora abre inscrições para sua 13a turma, propõe-se a ser um desses espaços.   Se você tem interesse, leia essa mensagem até o final e abra o anexo aqui: Artha - formação 2019!   Para 2019, a formação se expande e fica mais robusta:   Passa se chamar Artha - formação para liderança e cultura sustentável. &n...
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A esperança é um estado incondicional

A esperança é um estado incondicional
    São muitas as vezes em que nossos sonhos individuais ou coletivos foram esmagados pela realidade. Nesses momentos, a chama da esperança tende a diminuir, até quase se apagar. Qual é o limite da esperança? O quanto suportamos cultiva-la, diante das adversidades? Para sustentar a esperança, é preciso diferenciá-la de expectativa. A expectativa de que nosso candidato ganhe as eleições, quando não cumprida, gera frustração que, por sua vez, pode levar à raiva destrutiva – que, então, pode se expressar de forma ativa (vingança, retaliação) ou passiva (desistência, apatia)...
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William Waack é nosso doloroso espelho branco!

Uma reflexão sobre William Waack e o que isso conta de nós, brancos. Em geral, quando existe uma ideologia ou opinião que é realmente rechaçada por uma sociedade (seja isso positivo ou negativo), as pessoas que as sustentam escondem isso de tudo que é jeito, para se proteger. E quando se expõem, é conscientemente, como forma de luta. Tipo livro sobre comunismo na época da ditatura ou homossexualismo no Iraque. O fato de Waack se sentir à vontade para fazer aquele comentário em pleno ambiente de trabalho, para uma pessoa que nem íntimo dele é, e com câmeras apontando para seu nariz, fala tanto ...
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O que há de errado com o “Alimento para Todos”

O que há de errado com o “Alimento para Todos”
Recentemente, compartilhei a notícia de lançamento do programa “Alimento para Todos”, lançado pela atual gestão da prefeitura de São Paulo, junto com uma mensagem sarcástica, em que critico tanto o Programa em si quanto a foto do lançamento, em que predominam pessoas brancas. A publicação gerou uma resposta incomodada de um amigo, afirmando que esse tipo de projeto “é tendência e super necessário”, questionando se “para sancionar um projeto de lei deve haver cota racial também para quem participa do ato”, e sugerindo que minha crítica teria sido feita “sem analisar o que é, apenas por ser adve...
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Sobre meu (nosso) privilégio como branco

Sobre meu (nosso) privilégio como branco
Esse texto é uma reflexão minha (Gustavo Prudente), que busca convidar outros brancos para refletirmos juntos. Está dividido em 04 partes e está sendo publicado, de início, inteiro, e, em seguida, cada uma das quatro partes, com link direcionando para o texto inteiro. Agradeço às provocações e à revisão da amiga Caroline Hornos, e à leitura crítica de quatro queridos amigos que estão “do outro lado” deste privilégio: Daniela Damiati, Dimas Reis, Josane Miranda e Supriya Ramos.                    O despertar (parte 1 de 04)   No último ano, devido a uma série de sin...
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Liderança

Hoje trabalho, principalmente, com três práticas de liderança, sobre as quais tenho escrito artigos, reflexões e materiais teóricos e didáticos. Por meio delas, investigo, como Laboratório Vivo do projeto Senhor Sustentável, um dos aspectos do SER Sustentável: o SER Inspirador - ou seja, como nos tornarmos lideranças mais sustentáveis. Liderança do Coração: "fenomenologia" cocriada por mim e outros profissionais do SERVIRASER e da Rede de Liderança do Coração. Foca no desenvolvimento da liderança a partir de sete dons essenciais: Integridade, Empatia, Coerência, Liderança, Empreendedorismo,...
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Ser um homem que monumenta a vida!

Ser um homem que monumenta a vida!
Após a participação num dos encontros do Círculo de Homens que sustento com alguns amigos, escrevi o texto “Velar o Fogo do Masculino Sagrado”, que expressa as reflexões que surgiram desse encontro, sobre como me tornar digno do Masculino Sagrado. Essa reflexão, depois desdobrou-se no que significa para mim Ser Digno.   Algum tempo depois, li este poema de Manoel de Barros, que começou a me dar algumas pistas sobre esse novo tema, e abriu um campo profundo de reflexão e percepção:   “Venho de nobres que empobreceram   Restou por fortuna a soberbia.   ...
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Minha vida não é um sistema a ser replicado. Minha vida é uma obra de arte singular, e cada pincelada que dou na tela do tempo é única, e jamais poderá ser reproduzida.   Minha vida não é um método que, de vez em quando, dá-me a graça do fenômeno. Minha vida é um constante fenômeno que revela, a cada momento, diferentes brincadeiras – e, de vez em quando, o método é uma forma estruturada e interessante de brincar.   Minha vida não é um exemplo a ser seguido. Minha vida é um acontecimento que inspira, de diferentes maneiras, outros acontecimentos e outras vidas – e é inspi...
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Celebrando o meu maior presente de aniversário!

Celebrando o meu maior presente de aniversário!
Daqui a pouco, em 27 de outubro, eu completo 34 anos. Um aniversário especial, pois comemora duas grandes viradas de vida. Uma aconteceu neste ano: minha mudança com minha esposa, Rafaela, para Santo Antônio do Pinhal - ainda que continuemos a passar em média 3 dias por semana em São Paulo. A outra aconteceu há exatamente 10 anos, quando, próximo do meu aniversário de 24 anos, fui iniciado em meditação por um monge de Ananda Marga (Caminho da Bem-Aventurança), uma linha do Tantra Yoga que não foca no sexo como prática espiritual, e sim na expansão da consciência por meio do amor devocional...
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