#culturasustentavel

Cultural Sustainability: facing the challenges of establishing a new field

Cultural Sustainability: facing the challenges of establishing a new field
    Cultural Sustainability is a new and emergent field and, as so, it is not established in the world as a “dominant” field. Which means that those very words (Cultural Sustainability) and all the work and theory that they contain, have the risk of: Being dismissed, unvalued, discredited and even made fun of and, because of that, becoming a marginal field, with little impact on the larger social system.   Being appropriated by the current dominant system, in a way that is transformed uniquely in a commodity to generate profit, or in a “green-wash” theory ...
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Cultural Sustainability as a visible field – let’s do this together?

Cultural Sustainability as a visible field – let’s do this together?
  After years working to contribute to the development of leaderships and organizations to incorporate sustainability as a key concept of their worldviews, I felt it was time to take this work to a next level. Being very entrepreneurial, my career built its foundation on actions. Now, I needed to take time to reflect upon everything I had been doing. After some research, I found out about Goucher College’s Master in Cultural Sustainability, to which I applied and was admitted. It is a fantastic program, that has been challenging me intellectually and, also, to take new, powerful...
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Estruturas de Poder: a certificação do conhecimento (3ª parte):

Esta é a terceira de uma série de reflexões sobre mecanismos de acúmulo de poder como estratégia, ainda que ineficiente, para lidar com nossa vulnerabilidade. Um dos caminhos mais arraigados na cultura ocidental atual é a certificação do conhecimento como forma de concentração de poder.   Quem é certificado adquire:   Privilégios comerciais, pois acessa mais mercados e pode cobrar mais.   Status social, pois é visto como alguém mais respeitável que os outros.   Privilégios sociais, como fruto do status, desfrutando do acesso a bens culturais, e...
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Estruturas de Poder: Gestão e Supressão da Raiva (2ª parte)

Nesta série de textos, compartilho reflexões sobre como criamos mecanismos de acúmulo de poder como estratégia (frágil) para lidar com nossa vulnerabilidade intrínseca. Por exemplo, a administração da raiva como um recurso, tal qual o dinheiro, que é distribuído desigualmente entre as pessoas, e gerido de forma a aumentar e perpetuar os poderes de alguns e suprimir o de outros.   A raiva é uma força que, entre outras funções, impulsiona o estabelecimento de limites. O seu uso, tal qual outras coisas, depende da maturidade de quem a manuseia. Mal usada, pode virar violência. Não usad...
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O que há de errado com o “Alimento para Todos”

Recentemente, compartilhei a notícia de lançamento do programa “Alimento para Todos”, lançado pela atual gestão da prefeitura de São Paulo, junto com uma mensagem sarcástica, em que critico tanto o Programa em si quanto a foto do lançamento, em que predominam pessoas brancas. A publicação gerou uma resposta incomodada de um amigo, afirmando que esse tipo de projeto “é tendência e super necessário”, questionando se “para sancionar um projeto de lei deve haver cota racial também para quem participa do ato”, e sugerindo que minha crítica teria sido feita “sem analisar o que é, apenas por ser adve...
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William Waack é nosso doloroso espelho branco!

Uma reflexão sobre William Waack e o que isso conta de nós, brancos. Em geral, quando existe uma ideologia ou opinião que é realmente rechaçada por uma sociedade (seja isso positivo ou negativo), as pessoas que as sustentam escondem isso de tudo que é jeito, para se proteger. E quando se expõem, é conscientemente, como forma de luta. Tipo livro sobre comunismo na época da ditatura ou homossexualismo no Iraque. O fato de Waack se sentir à vontade para fazer aquele comentário em pleno ambiente de trabalho, para uma pessoa que nem íntimo dele é, e com câmeras apontando para seu nariz, fala tanto ...
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O que é ser normal?

Qual o nosso papel em cristalizar ou flexibilizar os padrões de normalidade de nossa cultura? Como contribuímos para a construção de privilegiados e marginalizados? E o que isso tem a ver com os “loucos” que moram nas ruas das grandes cidades e os hospitais psiquiátricos onde amontoam-se restos de gente, esquecidos pelo mundo? E o que isso tem a ver com movimentos como os da “anti-psiquiatria” e os Centros de Atenção Psico-Social, que preferem a integração do indivíduo em tratamento à sociedade, em vez da internação? https://www.youtube.com/watch?v=7eFhl4HrALA
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